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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

COMO Abrir portais


Como Abrir Portais

As escolas antigas de ocultismo reconhecem a existência de 4 Mundos que interagem com o homem, são eles:

1 - O "Mundo Físico", este mundo possui uma particularidade, ele é formado pela junção de dois outros mundos, o "Mundo em que vivemos" e o "Mundo Etérico" (da alma).
2 - O "Mundo Astral", É o mundo da imaginação, da visão subjetiva, das viagens astrais. Região onde são realizadas as magias e feitiços.
3 - O "Mundo Espiritual", é o mundo da contemplação da fé, mundo dos anjos... Ao contrário do que muitos poderiam pensar, não é onde as almas desencarnadas ficam.
4 - O "Mundo Mental", é o mais elevado. Está relacionado á meditação, a intuição, ao poder psíquico e as doenças psicossomáticas.

Nesta matéria abordaremos especificamente o "Mundo Astral".
Abrir um portal para ter acesso a outras dimensões é uma façanha de Alta Magia. Mas o leitor não precisa ficar frustrado, porque vamos apresentar um exercício simples e muito eficaz que lhe dará acesso ao "Mundo Astral". Nesta experiência usaremos tão somente nossa visão subjetiva (visão etérica).

FAÇA SUA EXPERIÊNCIA
Material necessário:
- Um espelho médio
- Uma vela, fósforos e pires.
- Ambiente escuro ou meia luz.

Em um ambiente escuro acenda um a vela sobre o pires ou prato (faça isso longe de objetos inflamáveis).
Fique a uma distância de aproximadamente uns 40cm do espelho (em pé ou sentado). Coloque a vela a sua direita (ou no chão), um pouco afastado e de modo que ilumine sutilmente sua face. Fixe sua visão em um ponto imaginário entre seus olhos. Evite piscar, fique com os olhos aberto.


De frente para o espelho, Fixe sua visão num ponto imaginário entre seus olhos.

Resultados:
Seus olhos ficarão cansados. Neste ponto da experiência, um portal se abrirá atrás de seu reflexo. Importante não desvie sua atenção, fixe no ponto entre seus olhos observe a totalidade do espelho apenas com a sua visão periférica.

O que você poderá ver, entre outras coisas:
- Um mundo estranho se formando atrás de você...
- Seu rosto se transformará em outro...
- Seu rosto poderá perder a pele mostrando os ossos...
- Um ser estranho poderá surgir no espelho, um vulto poderá aparecer

A experiência poderá ser repetida em outros cômodos da casa e em cada cômodo uma visão diferente poderá surgir no espelho.

Há perigo do portal ficar aberto ou de alguém ficar preso nele?
R: Não há possibilidades que isto ocorra. Quem fez o exercício, perceberá que ao piscar os olhos, perde-se completamente o contado com o mundo Astral e o portal se fecha.

Uma explicação científica: Quando você fica olhando fixamente algo. Alguns pontos da visão que identificam as cores e formas ficam exaustos e enviam mensagens com falhas para o cérebro. Este para continuar atento, completa a informação como lhe bem convém, daí a formação de imagens estranhas e assombrosas. Algo Sobrenatural? A verdade é que este exercício é muito utilizado no ocultismo. Este procedimento também é utilizado pelo médium na leitura da bola de cristal. De qualquer forma é um ótimo exercício para se treinar a visão Etérica.

COMO viajar no tempo com uma bola de cristal

O conceito de viajem no tempo é muito amplo e polêmico, portanto não irei abordar aqui prontamente este tema. Apenas apresentarei uma técnica de utilização da “Bola de Cristal” com a qual o leitor poderá até certo ponto romper a barreira do mundo real.

Primeiramente para se compreender como funciona a linha do tempo: Imagine você em um carrinho de rolimã numa estrada inclinada. Para descer o morro, a lei da gravidade te ajuda... agora para subir, você terá que se esforçar e empurra o carrinho ladeira acima.

“Todas as experiências que envolvem o passado próprio são mais fáceis de serem realizadas e controladas do que aquelas que objetivam o futuro”.

Material necessário:
Uma Bola de Cristal ou Vidro – (que pode ser substituída por um copo liso com água)
Uma vela lilás com suporte e fósforo – (pode ser substituída por uma lâmpada da cor)
Música relaxante e um pano escuro para revestir a mesa]

É preciso criar um “rapport”, um ambiente que inspire harmonia, confiança é que seja confortável. A meia luz favorece a concentração e diminui os ciclos cerebrais, favorecendo a entrada em Alfa (estado de relaxamento), mais rapidamente. A cor lilás representa a contemplação e a introspectividade.

Acenda a vela sobre um suporte próximo à mesa. É importante que o brilho da luz reflita no cristal da bola. Coloque uma música relaxante no volume baixo. Sentado confortavelmente, segure a “Bola de Cristal” com as mãos até que ela aqueça.

Depois coloque-a sobre o suporte. Olhe fixamente para ela. Imagine uma estrada saindo de você, indo em direção a bola. Este elo representa a linha do tempo. Quanto mais forte sentir esta ligação, mais poderosa será a experiência. Imagine-se voltando para seu passado nesta estrada, resgatando suas memória, revivendo sua infância. Viaje conforme as lembranças, não tente acelerar o processo.

Ao retorna, é importante que refaça o caminho de volta.


(segure a bola de cristal com as mãos até que ela se aqueça)

Não ultrapasse 20 minutos de experiência por dia. A exaustão pode criar aversão e bloqueios mentais a Bola de Cristal.

Com a prática você começará a perceber a formação de uma névoa azulada sobre a bola. É através desta névoa que as imagens se formarão. A princípio tente viajar para o passado até sua geração, depois pode romper a barreira e tentar chegar a uma outra reencarnação. Lembre-se que para ver futuro, é preciso mais dedicação e treino.

mulheres que viajaram no tempo

Duas professoras em uma excursão a Paris e ao interior da França passaram por uma experiência digna de um filme de Steven Spielberg. No Palácio de Versalhes elas foram protagonistas de um fenômeno extraordinário de distorção temporal, um evento que mudou a vida das duas para sempre.

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Annie Moberley e Eleanour Jourdain

A Experiência

No feriado da Páscoa em 1901, duas professoras secundaristas de meia-idade, Annie Moberley e Eleanour Jourdain, juntaram-se a uma excursão a Paris e ao interior da França. Foi durante uma visi­ta ao palácio de Versalhes que as duas mulheres passaram por uma experiência de que jamais se esqueceriam. Após conhecer as de­pendências principais do palácio e sua área externa, as senhoritas Moberley e Jourdain percorreram os mundialmente famosos jar­dins que levam ao Petit Trianon, a residência favorita de Maria Antonieta.

Entretanto, como não possuíam um mapa detalhado do local, as duas mulheres se perderam e, encontrando por acaso dois ho­mens trajando vestes típicas do século XVIII, os quais elas pensa­ram ser moradores do local, pediram a eles informações sobre o país. Em vez de ajudar, os homens encararam-nas de forma estra­nha e cumprimentaram-nas precipitadamente. Mais adiante, passa­ram pelas inglesas uma mulher jovem e uma garota, também vesti­das à moda antiga, embora suas roupas fossem de má qualidade. Todavia, as professoras não suspeitaram que algo de estranho esti­vesse acontecendo até que chegaram ao pavilhão do Temple D’Amour, ocupado por muitos outros indivíduos vestidos como an­tigamente e falando um dialeto do francês desconhecido para elas.

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Palácio de Versalhes

Ao se aproximarem do Temple D’Amour, ficou claro para elas que algum detalhe de sua aparência chocava aquelas pessoas. Apesar disso, um dos homens mostrou-se cordial e, por meio de gestos, conduziu-as até o Petit Trianon. Chegaram lá depois de atravessar uma ponte de madeira cruzando uma pequena vala. Ainda que ti­vessem atingido finalmente seu destino, as duas mulheres deram pouca atenção à construção em si, concentrando-se na figura de uma pessoa que, sentada, desenhava um esboço do bosque próxi­mo. Muito atraente, trajando uma peruca imponente característica e um vestido longo típico da aristocracia do século XVIII, a mulher parecia mais o motivo para um quadro do que uma artista.

Elas foram se aproximando da figura aristocrática até que ela se virou bruscamente para ambas. Elas saudaram-na com sorrisos, mas ela simplesmente encarou-as com uma expressão de temor e perplexidade. Foi então que as duas inglesas por fim perceberam que, de algum modo, regrediram no tempo. Recordando-se de suas sensações, a senhorita Moberley re­feriu-se ao ambiente em que estava como de certa forma sobrena­tural. Escreveu posteriormente: “Até mesmo as árvores pareceram adquirir um aspecto bidimensional e sem vida. Não havia efeitos de luz e sombra... as árvores não farfalhavam ao vento.” Então, como se elas tivessem despertado de um sonho, a misteriosa quietude cessou e a ambiência e as cores voltaram ao normal. Em um piscar de olhos, a artista aristocrata desaparecera e, em seu lugar, surgira um guia de turismo contemporâneo, acompanhado de muitas se­nhoras em uma excursão ao Petit Trianon.

Após a Experiência

Após pesquisarem intensivamente a história do palácio de Versalhes, as professoras chegaram bastante tempo depois à con­clusão de que, de fato, se deslocaram ao passado através de uma espécie de distorção do tempo ou de um portal invisível interdimensional. Em sua opinião, o ano a que elas retornaram foi provavelmente o de 1789. Para as autoras, os jardineiros’ que não as compreenderam eram aparentemente os guardas suíços que notoriamente estiveram na corte de Luís XVI, e a mulher acompanhada de uma garota, ambas vestidas em farrapos, deviam ser camponesas que moravam nas cercanias dos jardins do palá­cio. A senhora aristocrática que fazia um esboço do bosque devia ser com certeza a própria Maria Antonieta.

Os Céticos

Os céticos — em grande número — ridicularizaram essa his­tória e insistiram que as professoras a inventaram simplesmente para ganhar dinheiro. Tais críticos apontaram de imediato para o fato de que não havia na história detalhe algum que não pudesse ser pesquisado anteriormente. Além do mais, como não existe qualquer menção a uma suposta ponte de madeira cruzando uma pequena vala em nenhum dos registros que documentam o palá­cio no século XVIII, esse exato aspecto da história mostrava-se incoerente com os fatos conhecidos.

A Prova

Quanto a essa última objeção, contudo, logo depois emergiu uma prova crucial que conferiu credibilidade às significativas lem­branças das professoras. Na década de 1920, uma cópia lacrada das plantas originais do palácio foi descoberta em uma chaminé de um prédio antigo em uma cidade vizinha.

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No círculo nota-se o quiosque descrito pelas professoras

Escondidas lá há muito tempo, possivelmente com a intenção de um arquivamento seguro, elas foram privadas da observação humana por mais de um século. Fato intrigante: as plantas do arquiteto faziam referên­cia à ponte de madeira sobre uma vala que as mulheres afirma­vam ter atravessado. Naturalmente, as autoras britânicas reclama­ram o reconhecimento da autenticidade de sua história e, muito embora tal fato não constituísse uma prova irrefutável de que elas realmente houvessem voltado ao passado, tornou-se muito mais difícil desprezar o incidente.

A despeito de o fenômeno de Versalhes permanecer talvez como o mais famoso exemplo de uma pessoa do século XX que visita o passado, ele não é o único desse gênero.

EVP - a voz dos mortos

EVP - A Voz dos Mortos

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Konstantine Raudive

Durante 20 anos, Konstantine Raudive gravou 72 mil vozes em fitas magnéticas. Não, ele não trabalhava num estúdio ou numa produtora de áudio. Dizem que os sons registrados por esse psicólogo e filósofo letão vinham do além. Ele era especialista em EVP (abreviatura em inglês de "fenômeno da voz eletrônica"), uma das principais manifestações da transcomunicação instrumental - o contato entre mortos e vivos por meio de objetos inanimados. Raudive gostava tanto da sua coleção de frases e recados de espíritos que, até hoje, continua ajudando os estudiosos do assunto. O macabro dessa história é que ele morreu em 1987. A americana Sarah Estep, autora do livro Voices of Eternity ("Vozes da Eternidade", inédito no Brasil), afirma que volta e meia Raudive aparece nas ondas do rádio de algum colega ainda em atividade na Terra, enviando mensagens em prol da divulgação do fenômeno.

Febre na década de 70, o EVP voltou recentemente das trevas graças ao filme Vozes do Além (de Geoffrey Sax, 2005). Ele conta a história de um arquiteto (vivido por Michael Keaton) que começa a receber declarações de sua finada esposa em gravações caseiras. No início ele é cético quanto à autenticidade das vozes, mas, aos poucos, fica obcecado com a idéia de conversar com a amada que partiu.

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Cartaz do filme "Vozes do Além 1 e 2".

Nos anos 20, o americano Thomas Edison - o mesmo que inventou a lâmpada elétrica - previu que, um dia, o homem seria capaz de construir uma máquina para falar com os mortos. Ele nem chegou perto de patentear tal equipamento, mas despertou o interesse de cientistas e religiosos, principalmente os ligados ao espiritismo. Nas décadas de 30 a 50, ganhou força a tese de que os espíritos poderiam enviar mensagens por meio de rádios, vitrolas e outros equipamentos eletrônicos.

"Sou eu mesmo"
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Em 1952, o frade franciscano Agostino Ernetti e o monge beneditino Pellegrino Gemelli copiavam cantos gregorianos num gravador de rolo. De repente, a fita arrebentou. Gemelli olhou para o céu e, em tom de brincadeira, pediu ajuda a seu pai. Mais tarde, no meio das músicas, escutaram a voz do pai de Gemelli dizendo: "Certo, vou ajudá-lo. Estou sempre com você". Chocados, eles repetiram o experimento, e a mesma voz disse: "Zucchini, é claro, você não sabe que sou eu?". Zucchini era o apelido de criança de Gemelli e ninguém, além dele próprio e do pai, sabia. Os dois contaram a história ao papa Pio XII, mas o caso só veio à tona em 1994, pouco antes de Ernetti morrer.


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O acaso também pegou o produtor ucraniano Friedrich Jürgenson. Em 1959, ele gravava sons de pássaros para um filme, quando captou o que acreditou ser a voz de sua falecida mãe: "Friedrich, você está sendo observado. Friedel, meu pequeno Friedel, você pode me ouvir?". Impressionado, nos quatro anos seguintes, Jürgenson se aprofundou no estudo do EVP e registrou centenas deles, tornando-se um dos pioneiros da área.

O que pensam os céticos disso tudo? "Hoje, parapsicólogos sérios não se interessam por EVP, e a literatura moderna da parapsicologia não mostra qualquer evidência de paranormalidade nessas gravações", escreve o psicólogo americano James Alcock, integrante do Comitê de Investigação Científica das Alegações de Paranormalidade. As pretensas vozes seriam resultado da interferência de emissoras de rádio ou modulações cruzadas, quando os aparelhos eletrônicos captam acidentalmente transmissões em outras freqüências. O EVP também surgiria de ataques de pareidolia e apofenia, mecanismos perceptivos que levam as pessoas a ver imagens e ouvir sons que não existem. Os cientistas batem pesado no fato de que as gravações mostram geralmente frases isoladas, como "alô?", "você está aí?" ou "não estamos sozinhos". É só isso que os mortos têm para nos revelar?